sexta-feira, 12 de abril de 2013

Pirilampos na escuridao

Pirilampos
Os pirilampos são besourinhos que, na luz da sala, quando a invadem dos nossos jardins, não trazem nada que os diferencie de diminutos insetos aos quais não damos a menor importância. Mas se você estiver num lugar escuro, o surgimento de um único pirilampo já o torna uma singularidade. Como pode um pequeno besouro ser portador de luz própria   Como consegue reter em si um dom tão precioso, num momento em que tantos carecem dele? Quando você vir um pirilampo piscando na escuridão  nunca mais terá a mesma concepção sobre ele. Assim eh o meu amigo Paulo Dbran. Bem, eu ja sabia que ele era um pirilampinho ótimo  mas nunca o tinha visto faiscando, como hoje. Seu brilho próprio se sobressaiu na minha escuridão  eu não conseguia fazer um blog, já ha três dias batendo a cabeça para simplesmente trocar o titulo, e ele já sabia todos os segredos dos templates. Esse pirilampo tornou a noite da minha ignorância blogueira uma festa, algo cheio de esperança   E foi tudo de graça  foi tudo cheio de  graça. Assim são os amigos de verdade, assim são os atos de desprendimento. Assim como o vaga-lume não percebe como sua luz beneficia e alegra os outros seres a sua volta, assim são os verdadeiros amigos. Por isso, todas as postagens deste blog daqui para a frente terão uma ascendência de vaga-lume! Obrigado, Paulo Dbran, por ter feito esse blog para mim. Desejo a você  e a todos os meus amigos que aqui passarem, momentos de festejos a literatura, a nossa maneira de ver e traduzir a vida, sempre com o brilho de todos!

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LUCIANO CILINDRO DE SOUZA

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Luciano Cilindro de Souza
Cachoeira, Bahia, Brazil
Um partidão! Se quer saber, sou do tipo... Sou do tipo que não serve pra ninguém. Anonimato não define o que já alcancei. Ser o que não sou é etapa vencida ... Meu rótulo tem poucas palavras. # Buracos no meu queijo restam do vazio Muito pouco fatiado, pouco degustado. Cuidados, não vou além de não deixar-me estragar, Já é bem penoso viver e conservar. # Na fábrica comum dos seres comuns, Fui destinado ao mercado dos esquecidos. Quem não se esforça por lembrar dos preteridos, Não me verá naquela prateleira dos temperos banais. # Embora tenha gosto, cheiro, textura, Convenço-me de que devo usufruir-me - Como própio pão e como próprio queijo, não espero alheias mordidas! Propaganda é para os desesperados ou esperançosos. # Meus ingredientes clamam por combinação Não mais de todo tipo. Só por alguém que, no prato que come, Deseja variar o que já tenha vivido. # ASS: luciano cilindro
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