Luciano Cilindro de Souza
Um incendiario a solta!
Saiu no jornal, saiu no jornal!
Um louco, uma tocha, fugiu!
Abriu de Pandora a caixa do mal
Disse ou não disse, acendeu um pavio.
Que, nele, já era curto; nos outros oculto
falou pros seus pais e pro seu país
Que não era virgem, tampouco era puto
No gueto do armário não era feliz.
Quem pensa que é, acendendo o fosforo
Faiscando o isqueiro da autenticidade?
Vai apagar o incendio de Roma ao Bosforo?
O bombeiro, em seus braços, fugiu da cidade!
Levou surra de toco, facada na escola
Insulto do sabio, do louco, da Chica
Agora rebola, sorri, a si comemora
So leva porrada é com couro de pica.
Ele grita e canta, aos quatro ventos risíveis
"Caso não faço, se me condena o hipócrita.
Se sou faísca, eles são combustiveis!
Queimem, cadáveres, a beira da porta!"
De: Luciano Cilindro de Souza
segunda-feira, 20 de maio de 2013
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